Hoje o PAN Sintra levou até ao tribunal de Sintra a lista final para a Candidatura a Sintra, finalizando assim todo um processo de assinaturas necessárias para que os nossos candidatos fossem aceites nas próximas autárquicas. O nosso mandatário Pedro Sena levou todos os documentos necessários ao pedal da sua bicicleta. Queremos agradecer a todos os que fizeram este momento acontecer, e prometer que Novas Bandeiras de Sintra vão ser apresentadas nestas autárquicas pelo partido PAN. Carregue connosco estas bandeiras. Descubra mais em www.pansintra2013.pt
5.8.13
29.7.13
Siga o PAN Sintra nas Autárquicas 2013
O PAN Sintra inaugurou hoje o site oficial para as autárquicas de Sintra 2013.
Visitem e divulguem!
26.7.13
Inauguração do site oficial PAN Sintra Autárquicas 2013
Famílias e jovens de todas as idades, comerciantes e trabalhadores de Sintra, estão todos convidados!
Próxima segunda feira dia 29 de Julho, descubram as propostas do Partido pelos Animais e pela Natureza para todos os que que habitam no território de Sintra. Vai ser em www.pansintra2013.pt
23.7.13
Uma proposta e Um Futuro para a Democracia em Sintra
No passado dia 17 de Julho o candidato do PAN à Camara Municipal de Sintra Nuno Azevedo, teve a possibilidade de se reunir com a Dínamo para esclarecer a sua posição no contexto do desafio criado pelo site desta associação (http://eleicoes2013.dinamo.pt/) cujo o tema é "Uma proposta de agenda para a Juventude em Sintra 2013-17". Sérgio Xavier da direcção da Dínamo acolheu a nossa chegada nas instalações da KCidade na Tapada das Mercês, local este provisório, como muitos outros que esta associação teve até agora, já que nunca foi cedido pela parte da Câmara de Sintra um espaço direccionado às actividades desta Associação com 7 anos. O site da Dínamo demonstra um trabalho extensivo e intenso que é transversal na questão da participação dos jovens na Democracia em Sintra, e resulta do trabalho de campo e com directivas Europeias, no terreno da Juventude de Sintra nos últimos 7 anos:
"Foram fundamentais no desenvolvimento desta proposta:
- o importante contributo da Rede Participação Juvenil de Sintra através da sua Carta de Recomendações de 3 de Março de 2012;
- os dados relativos ao processo do levantamento de necessidades dos jovens de Sintra, presentemente na sua fase final."
Foi possível a Nuno Azevedo entender ainda mais profundamente, e com grande rigor, a credibilidade deste projecto/desafio, e que é talvez um dos maiores, senão o maior desafio que alguma vez foi feito em Sintra em prol dos jovens: de que forma podem e devem os jovens ter acesso a estruturas, a capacitações, e a uma coerente e real participação na construção de uma melhor sociedade, gozando ao mesmo tempo dos seus plenos direitos? Rapidamente se conclui, pelo documento da Dínamo que este desafio é transversal a todos os candidatos para as autárquicas, e que não se resume nem se limita a estas autárquicas. É um documento para ser levado muito a sério pelas instituições que têm competências e responsabilidades nesta área em Sintra, principalmente a Camara e Escolas mas não só, e muito prometedor ao mesmo tempo não se limitando à percepção da camada jovem. Este documento fornece recomendações no sentido de colocar o jovem em conta como um ser pensante e participativo, formal e informal, na sociedade de agora, mas também numa futura sociedade que irá ser beneficiada pelas competências adquiridas em temas e realidades que a escola formalmente não consegue abranger pelos seus meios tradicionais e limitadores.
É por isso fácil de concluir que o Concelho de Sintra não tem levado este tema a sério suficiente, não sentindo o pulsar da mudança, da energia positiva dos jovens, e das suas capacidades, e não tem conseguido adaptar-se às necessidades de mudança e mantém-se em profunda estagnação nesta matéria, com os resultados à vista com os quais todos sabemos que o Concelho de Sintra sobrevive nos últimos 12 anos. As limitações que os jovens de Sintra atravessam devido a esta falta de acolhimento e aos programas e instrumentos que deveriam estar a ser operacionalizados em função da sua participação, que inclusivé estão definidos por lei como a "Casa da Juventude", "Conselho Municipal da Juventude", "Orçamento destinado à Juventude" por exemplo, ou não estão a ser aplicados, ou simplesmente não merecem a consideração séria dos orgãos da Câmara de Sintra. O candidato do PAN lamenta que assim seja, porque está em causa uma regeneração de participação, uma correcta leitura dos indicadores e instrumentos que a democracia devia observar e sinalizar para inspirar os jovens, e infelizmente, a realidade é traída pela diminuição do contacto e da participação do poder local, e continua a ser alimentada por um conjunto de políticos e políticas que não querem a mudança.
O documento da Dínamo foi analisado pelo Conselho Local de Sintra do PAN, e será inspirador de propostas que brevemente vão ser conhecidas no programa eleitoral para estas autárquicas, e que Nuno Azevedo partilha na visão de mudança pela participação. O PAN - Partido pelos Animais e pela Natureza acolhe o conhecimento de quem pondera construir um futuro mais brilhante para Sintra como é o caso deste documento da Dínamo. E este documento e recomendações, não estão apenas brilhantes, são uma das luzes ao fundo do túnel que poderá tornar Sintra um território e as suas famílias, mais empenhadas, mais felizes, apostando fortemente no presente, para colher frutos no futuro. Os Jovens prometem e cabe a Sintra dar-lhes as raízes, e depois as Asas. Vamos abraçar todos um futuro melhor por Sintra, alterando a forma como vivemos o presente com a Juventude. Obrigado Dínamo.
19.7.13
Comunicação sobre a primeira sondagem para as autárquicas do JN em Julho
O PAN Sintra teve conhecimento da sondagem do JN do dia 18 de Julho 2013 (link). Esta sondagem é um ponto de partida para uma campanha eleitoral que ainda não começou para nós. Sendo o PAN um partido jovem, e sabendo que a linguagem e os objectivos que o PAN se propõe não são os mesmos dos outros candidatos, e a visibilidade do PAN não inclui as mesmas ferramentas utilizadas por outros, esta sondagem não nos supreende. Basta visitar o município de Sintra, nomeadamente a IC19, para entender que esta sondagem é um resultado da promoção visual e não em conteúdos e propostas concretas. Mesmo com todas estas condicionantes, o PAN sobe nesta amostra a sua percentagem de votos no município de Sintra, que era nas últimas eleições legislativas de 1,5%, passando agora para 1,7%, segundo esta sondagem. No entanto, o resultado desta sondagem não satisfaz os nossos objectivos mínimos eleitorais, que terão que ultrapassar esta tendência de voto, para que o PAN possa ser uma voz activa em Sintra.
Estamos confiantes que quando as pessoas conhecerem as nossas propostas políticas para Sintra, a tendência de voto aumentará. O PAN é um partido inteiro pelo bem de tudo e de todos, que tem uma forma diferente de ver e estar na política.
18.7.13
Crescimento numa sociedade sustentável
Esta é uma das razões pelas quais o PAN acredita ser uma mudança efectiva e diferente dos outros partidos e que corresponde às necessidades de respostas aos desafios que nos estão a ser colocados como sociedade ao nível económico, ambiental, animal, e que merecem a consideração dos nossos eleitores de Sintra. Tim Jackson demonstra a seriedade destas questões e coloca sérias dúvidas na prática e nas consequências graves que infelizmente já conhecemos. É necessário fazer uma mudança para melhor, faça-a com o PAN - Partido Pelos Animais e Pela Natureza.
“A ideia de uma economia que não cresce pode ser uma aberração para os economistas. Mas a ideia de uma economia em crescimento constante é uma aberração para os ecologistas"
“A ideia de uma economia que não cresce pode ser uma aberração para os economistas. Mas a ideia de uma economia em crescimento constante é uma aberração para os ecologistas. Nenhum subsistema de um sistema finito pode crescer indefinidamente; é uma impossibilidade física. Os economistas têm de conseguir resolver o problema de um sistema económico em crescimento constante poder existir num sistema ecológico finito.
[…] não temos outra alternativa senão pôr o crescimento em causa. O mito do crescimento falhou-nos. Falhou perante mil milhões de pessoas que continuam a tentar viver todos os dias com metade do preço de um café. Falhou perante os sistemas ecológicos frágeis dos quais depende a nossa sobrevivência. E falhou, estrondosamente, nos seus próprios termos, na tarefa de oferecer estabilidade económica e salvaguardar o sustento das populações.
[…]
A realidade incómoda é que estão iminentes o fim do petróleo barato, a subida constante do preço dos bens de consumo, a degradação da qualidade do ar, da água e dos solos, os conflitos por causa da utilização da terra, dos recursos, da água, dos direitos de florestação e pesca, e o desafio avassalador de estabilizar o clima mundial. E deparam-se-nos estas tarefas no meio de uma economia que, para todos os efeitos, não funciona e que precisa urgentemente de ser renovada.
Nestas circunstâncias, é impensável continuar como se nada fosse. A prosperidade de uma minoria com base na destruição ecológica e na injustiça social perpétua não pode ser o fundamento de uma sociedade civilizada digna desse nome. A retoma económica é vital. Proteger o emprego – e criar novos postos de trabalho – é absolutamente essencial. Mas depara-se-nos também a necessidade urgente de repensarmos a noção de prosperidade comum. De nos comprometermos mais profundamente com a justiça num mundo que é finito.
[…]
Mas a crise económica apresenta-se como uma oportunidade única para investir na mudança. Para eliminar o pensamento a curto prazo que infecta a sociedade há décadas. E para o substituir por políticas pensadas, capazes de lidar com o enorme desafio de encontrar o caminho para uma prosperidade sustentável.
Porque, no fim de contas, a prosperidade é mais do que os prazeres materiais. Transcende as preocupações materiais. Assenta na qualidade das nossas vidas e na saúde e na felicidade das nossas famílias. Está presente na força dos nossos relacionamentos e na confiança que depositamos na comunidade em que vivemos. Mostra-se na satisfação que tiramos do trabalho e na sensação de termos objectivos e esperanças comuns. Depende do nosso potencial de participar inteiramente na vida da sociedade.
A prosperidade consiste na capacidade de nos realizarmos enquanto seres humanos – dentro dos limites ecológicos de um planeta finito. O desafio que se apresenta à sociedade é criar condições para que tal seja possível. É a tarefa mais urgente dos nossos tempos”
- Tim Jackson, Prosperidade sem crescimento. Economia para um planeta finito, Lisboa, Tinta da China, 2013, pp.28-30.
Link:
12.7.13
PAN Sintra adere e promove participação com a ANIMAL contra o infame programa "Olé"
O PAN Sintra aderiu e apela à participação no evento que a associação ANIMAL colocou online, no facebook, para protestar de forma pacífica no Campo Pequeno, dia 13 de Julho, amanhã, às 20h. O PAN Sintra vai estar presente, esperamos que, caso tenha disponibilidade, a sua consciência dite se participa ou não nesta manifestação. Mais informações podem ser consultadas na página do evento da ANIMAL:
As razões do PAN Sintra participar:
A concelhia do partido PAN de Sintra tomou conhecimento recentemente que o canal SIC iria promover e estrear um programa de nome OLÉ no próximo dia 13 de Julho. Desde o início ao promover este programa, nunca concordámos em absoluto, ponderámos em intervir ou não, mas devido à forte contestação das pessoas e das redes sociais, que pareciam colocar um travão à continuação deste triste programa, havia espaço para recuar e ponderar por parte da SIC: quais as implicações no que refere a colocar um ser humano numa arena com um animal, e cujo o único objectivo, consciente ou inconsciente de quem teve esta infeliz ideia, de sobrecarregar o animal psicologicamente, fazê-lo passar por um processo doloroso de o retirar do seu meio, da natureza, da sua família, e obrigá-lo a brigar com um outro animal, este sim, mais consciente mas com atitudes que o põem em dúvida como o ser mais inteligente ao cimo da Terra. Mais, ainda a semana passada o famoso comediante Fernando Rocha foi colhido por um touro, o que lhe custou duas costelas partidas (link). E o PAN Sintra recorda ainda que, à um mês, se referiu das consequências para o forcado Nuno Carvalho, que o ano passado, ficou paraplégico (link). Mas a SIC decidiu valorizar o que fala mais alto numa sociedade materialista, o dinheiro e os investimentos já realizados em pessoas e produção em detrimento do direito à vida e liberdade, e continuou a promover na TV e nas redes sociais a estreia deste programa que tenta forçar uma realidade que está cada vez mais distante das necessidades dos portugueses, das suas famílias, e que a nível europeu demonstra que é algo do passado, e que faz sentido o mais rápido possível abolir estas práticas. Não faz de absoluto, nenhum sentido promover algo que é cada vez mais, a cada dia que passa, condenável e mesquinho por parte de uma sociedade que quer ser equilibrada, próspera e em harmonia com o seu meio envolvente. Concluímos por isso que este canal, que já foi um canal de televisão que dava algumas certezas sobre a não utilização de animais em situações extremas, voltou com a palavra atrás, e ao criar um programa que se baseia em pegar touros, obrigando os touros a passar por um processo que, queiram as pessoas acreditar ou não, é deplorável, é considerado maus tratos, e nos bastidores acontecem coisas que as pessoas não vêm, e não bastasse isso, a olhos vistos, colocasse este animal a lutar pela sua vida, coagindo a realizar acções de força bruta contra contra um outro animal que só com atitudes destas demonstra não estar ao nível do seu estatuto. Se algo acontecer ainda de mais trágico, como o ceifar uma vida humana ou do touro, a SIC e os seus responsáveis deviam responder num tribunal perante esse resultado.
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